segunda-feira, março 27, 2006

antigamente é que era

nasci cedo demais, não nascemos todos ?

considero-me parte da ultima geração pré-internet. ainda fiz grande parte da minha mocidade à custa de K7, VHS e telefone fixo. que oportunidades imensas surgem a petizes que não ainda puberes e ja trocam SMS com as meninas bonitas da turma. no meu tempo jogava-se ah bola, uma vez que eramos so rapazes. nao havia numeros cor-de-rosa na minha lista. a nao ser para festas de aniversario verdade seja dita.

por outro lado, faço parte da ultima geração que soube o que era estar incontactavel. a partir do momento em que se dizia (na altura perguntava-se e pedinchava-se a bem dizer) vou sair pa dar uma volta ;) e se enumeravam o local de destino e mais importante as companhias, nao havia nada a fazer. estivesse eu a dormir grog no chao da estaçao de comboios de cascais sem maneira de voltar para casa e nao havia maneira de partilhar a situaçao. eramos a geraçao desenrasca. olha vou a pé, que sa foda. deixar as chaves dentro de casa e fechar a porta por fora era outra daquelas. quantas tardes passei sentado nas escadas meditando sobre o bem que uma ida aos bolsos na altura certa poderia fazer.

no entanto ha algo que hoje os miudos nao sabem (digo eu). na minha altura, os espertinhos enunciavam as coisas que "ja haviam na america", frases que rematavam invariavelmente com a expressao, este país é uma merda. hoje já ha macdonalds e tvcabo, mas sera que alguma coisa mudou? chegou ai a america, temos onde gastar dinheiro. dizem-me os meus amigos as ultimas novidades de telemoveis, consolas portateis e jogos de computador. afinal as coisas se calhar nao mudaram assim tanto. para mim pelo menos, dantes nao tinha dinheiro, hoje se calhar ate tenho, mas tb tenho outros sitios onde o gastar e onde o dou por melhor empregue.

sinto-me bombardeado por publicidade. publicidade em todo o lado. coisas boas e que ate davam muito geito. quero ver os golos do meu clube onde quer que esteja, quero falar ao tlm sem pensar no que vou pagar no fim do mes, quero ter um BMW e começar a pagar so ao fim de um ano, quero comprar casa e nao me preocupar com os juros nos primeiros 5 anos, quero 500 a 5000€ na hora sem problemas nem papelada, ai.. quero tanta coisa!

é tudo tão facil..

nao tenho pais ricos, nao jogo no euromilhoes, mas tb nao vou ao BES. tenho muito espaço no colchão. nao devia haver publicitarios nem jornalistas, as artes parciais e enganativas deviam ser banidas. continuo a gostar de enfiar tudo no mesmo saco.

resta-me esperar que estes truques manhosos resultem no maior numero possivel de pessoas. vou deixar de criticar estes senhores. enganem ah vontade. sejamos parvos pois entao. talves sobrem assim mais oportunidades para mim que sou rato e espertinho e egoista e quero tudo so para mim sem dar nada a ninguem.

depois de um blog menos consensual, finalmente obtive alguns comentarios criticos que sinceramente me agradaram, tenho leitores vivos e opinantes. obrigado a vos.

bou cre juga ?

sexta-feira, março 24, 2006

Desci hoje ao Pireu para vos fazer as minhas preces

O que andamos nós a fazer na vida ?

já aflorei estaa questão num post recente mas decidi voltar à carga, pela importância que dou ao tema, por um lado, mas pelo desnorte que vejo à minha volta (na sociedade em geral).

credos à parte, e deles retiro o "como" mas não o "porquê", que fazemos entre o nascer e o morrer? que caminho escolhemos, o do justo? ou o do injusto? (p.e. apenas para simplificar)

peço ao leitor que tome um segundo para si, esqueça o trabalho, a escola, a namorada, a família e pense apenas na imensa liberdade individual. e depois reflicta no que quer fazer entre a vida e a morte.

eu escolhi o conhecimento. já que nada de material daqui se leva, ainda que não sendo certo, se alguma coisa se levar será o conhecimento. o "saber de experiências feito"

esta minha franqueza e firmeza de convicções não me tem dado muitas alegrias verdade seja dita. mas mantendo-me hirto sigo firme de vontade. chega de jogar com as palavras, vamos ao que interessa.

por não ter (ainda) um livro de citações (,embora já o tenha identificado numa livraria perto de si) não posso precisar quem me iluminou sobre esta questão, mas fê-lo com qualquer coisa tipo "é nossa (enquanto intelectuais) a responsabilidade de não deixar morrer (ou seria perpectuar?) os clássicos".

infelizmente, ja havia gasto uma boa maquia em romances e romancinhos quando li isto (ou quando a minha mente verdadeirmente o processou).

assim, encontro-me agora (depois de ter arquivado a referida pilha de livros) de braço dado com "A República" de Platão, achei que seria um bom porto de partida ou talves simplesmente estivesse ali a olhar para mim e naquela troca de olhares seduziu-me, o malando.

pois não é que há 2500 anos, numa altura em que telemóveis, televisões e computadores não eram de acesso generalizado, as questões de princípio de JUSTIÇA, enquanto escolha do caminho a seguir (recto ou corrupto para simplificar) não se alteraram numa vírgula.

a imutabilidade da consciência humana surpreende-me. nada se alterou. não digo pouco, digo nada. e mais, nem a individual nem a colectiva, por mais que uma boa educação possa (e de facto acho que faz) fazer a diferença na escolha do caminho.

como aqui não há contraditório a retórica é toda minha, assim não me alongo mais e espero por vós para seguir o debate. mas relembro: no dia que me encontrasse com Platão seria interessantíssimo discutir tu-cá-tu-lá questões eternas, enquanto que os pequenos prazeres (de alguns pois bem) lhe passariam ao largo. quem sou eu para lhe explicar o que são os morangos com açucar.

Não deixemos morrer os clássicos, ainda que no fim do dia não tenhamos jornalistas à beira, á eternidade será nossa. se não houver eternidade (e isso dará muito blog) bem, também não haverá ninguém para partilhar os dzrt, ainda assim salve-se antes o ludwig wan que no bote não cabemos todos.

a quem deste post fizer uma leitura "pequenina": posso sempre tornar-me num nuno rogeiro e mandar bitaites sobre tudo e mais alguma coisa. não tendo um palminho de cara, não esquecer: quem tem boca vai a Roma.

sábado, março 18, 2006

o preconceito espelhado na tua face

se tens o preconceito espelhado na face, a ti te digo:

enojas-me mais do que eu a ti!


tenho lido algumas opiniões de gente que escreve nos jornais (note-se que evitei dizer importantes) sobre a questão nuclear. embora esteja a falar deste assunto em particular podia-se facilmente estender a outras matérias, como facilmente se pode deduzir. e então pergunto, que sabem essas possoas sobre a energia nuclear para além de que houve um acidente em chernobyl?

acho que o NAO vale tanto como o SIM se fosse uma pergunta de sim ou nao. sou a favor confesso-me e explico porquê.

deixamos de depender das birras de países (ou melhor, líderes de países) como árabes em geral (sem ofensa) nigeria venesuela
deixamos de emitir quantidades enormes de CO2 devido à queima de petroleo, gas natural e carvao (sim, a electricidade que vem das barragens meus amigos.. peanuts)
aumentamos o know-how, formamos tecnicos, desenvolvemos conhecimento
é a forma mais barata de produzir electricidade (descontando os custos de desmantelamento, mas se funcionar bem não ha razoes para desmantelar) e mais barato produzir significa mais barato para o consumidor

riscos ? SIM, há riscos! meeeeeeeeedo, muito medo dos riscos. somos o mais onde há mais acidentes de automovel. o risco de entrar no carro são enormes. deixamos de conduzir ?


não digo aos criticos para se calarem, de maneira nenhuma. precisamos deles e muito!! com o actual clima de receios e duvidas, tenho a certeza que as centrais portuguesas serão as mais bem controladas e vigiadas do mundo. ou alguem acha que nos (a quem é a favor) interessa morrer de radiações?

pergunto a esses senhores se sabem como funciona uma central nuclear ? e ate posso dar a resposta NÃO!

como é que se tem medo de uma coisa que não se sabe como funciona ?

PRECONCEITO


esses senhores não gostam de técnicos. até arranjam palavroes para nos classificar. tecnocratas. somos o país que forma advogados, sociologos, jornalistas e psicologos. deviamos exportar esses senhores. a seguir à India devemos ter os operadores de call-center com mais qualificações, como diz o nosso amigo Jardel.. PORQUE SERÁ ??


FORMEM-SE ENGENHEIROS.


este blog não é imparcial. recomenda-se moderação na sua leitura.

e dou um conselho de graça (ja tive de pagar por um mas acho que esse valeu a pena que o rapaz é um bom rapaz e alem do mais fazia anos)

O MUNDO É PLANO. thomas l. friedman

chamem-me o que quiserem, mas se for "preconceitooso" arriscam-se a levar um banano. leiam. aprendam. informem-se. discutam. falem. perguntem. mas antes de escreverem no jornal, dizerem na tv, abrirem a boca em público!! porque os portugueses sao tao burros que acreditam em voces. têm medo e preconceito e juntam-se a voces porque... é mais fácil ser do contra, desfilar tractores, levantar panos do que aprender. SERÁ?

sexta-feira, março 17, 2006

um tributo ao Mestre

















17 de Março de 2006

está de chuva lá fora

a manhã acordou em lágrimas barrando as solas empoeiradas. hoje vou atropelar sapos, tá visto. a malta não trabalha, diz que não há condições. não chove no contentor, azar o meu.


mais um cartão postal do "Templo do Cavalo"


um hino ao desperdício dizem alguns.. na verdade também a mim me choca algum dinheiro tão mal gasto neste país. uma obra Destas para cavalos de duas e quatro patas!



recebemos os sinceros parabéns do Arq. Arsénio Cordeiro, ele próprio incerto do resultado final. pronto não está mas já se vê obra. o Dr. Costa Ferreira, director da coudelaria de alter mostrou-me (em livro) uma cavalariça francesa, baseada em projectos feitos pelo Grande Engenheiro e cujas proporções coincidem no essencial com o projectado pelo Arq. o que aqui vêm não é uma reprodução fiél e "à escala" duma cavalariça projectada nos tempos gauleses de Leonardo, como erradamente havia enunciado, mas uma feliz coincidencia (sera?).

espero não vos maçar com histórias num sítio pensado para estórias, mas que mais belo há que um homem amar o que faz..

post editado em 28-03-2006 para corrigir inverdades acidentais

terça-feira, março 14, 2006

isto não é um teste
















o trabalho (do Mamudo) enquanto o engenheiro tira foto

















a paisagem do norte alentejano






14 de Março de 2006

não está de chuva la fora
antes pelo contrário

a primavera anunciou-se antes do tempo
aliás, como é seu apanágio nesta zona do mundo

toda a motivação do inicio laboral e do agora é que é a sério se esgotou
a partir de agora o prazer terá de vir de outro lado

não era isto que eu queria
nunca foi isto que eu quis
o que vale é que eu sei muito pouco
mas fui aconselhado pelas pessoas certas

acho que há muita coisa na vida depende muito mais das pessoas que conhecemos que propriamente de nós
grande parte do sucesso no trabalho vem mesmo daí
por muito bom que gostava de ser, se não me explicarem as coisas antes delas acontecerem..

hoje vem cá o patrão, o próprio Zé Coutinho, o grande
a minha permanência nesta é bem capaz de se decidir hoje

sempre pensei em mim no futuro e é aquilo de que mais me orgulho pois é necessário um grande espírito de sacrifício e força de vontade
sei que pouco importa onde estou se não souber para onde quero ir

nada se joga hoje
hoje colhem-se os frutos das árvores há muito plantadas
e que não morreram entretanto

isto não é um teste

quinta-feira, março 02, 2006

balanços

4 meses
este é tempo contado desde o início da minha laboração
tempo de balanço..

passaram num instante, como tudo na vida
bom sinal
aprendi muito
de uma maneira bem diferente
já ninguem se preocupa se eu aprendo ou não
o importante é que produza a tempo e com qualidade

se aprendo ou não eles não querem saber
querem é que (a ter de aprender) o faça depressa
com qualidade, e de preferência à minha custa
e sobretudo, não à custa deles
ainda que ma forneçam em pacotes de 20h/ano
compêndios legislativos e comunicações internas

importante é fazer e não saber/dizer que podiaa fazer se se quisesse
é importante ser chato
é importante apertar com eles
mais importante ainda é que eles apertem connosco

outro aspecto é o viver fora de lisboa
4 meses em alter do chão - vila alentejana
200Km de casa
2 horas de carro
e muita louça que não se lava sozinha

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

a galope



Já conhecido entre o meio por "Tempo do Cavalo", erguendo-se falicamente em direcção ao céu, esta nova catedral de cordoba nasce equestre e alentejana.

bem hajam

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Que andas a fazer alem tejo?


Centro de Desbaste e Testagem

Coudelaria de Alter

Empreitada: Soc. Construções José Coutinho S.A.



Deus quer..

O homem sonha..

(Deus queira que sim)..

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

sair de casa prejudica gravemente as audiências

boas tardes

desde que ingressei no mundis laborlis, não havia ainda conseguido habituar o corpus à exigente vida 9h-18h de segunda-sexta com 23h-07h de sexta e sabado.

pois bem, isso acabou.

sou a informar que me hei emancipado.

sou ainda a informar que não voltarei a permitir a passagem de mão alheia pelo meu dorço, excepção feita a persona feminus para lá de dúvida razoável.


dito isto, passemos à habitual critica o jornalismo que se faz em Portugal, no dia em que ficamos a saber que morreu uma ave em espanha. ora bem, em primeiro lugar uma palavra para a familia. em segundo lugar quero ainda salientar que a TVI está prestes a anunciar a transmissã0 da autópsia para milhões de espectadores, naquela que sera um cobertura SEM PRECEDENTES, marcada pelo RIGOR, ISENÇÃO e CREDIBILIDADE.

resta-nos apelar ao sentido de humor de cronistas e engraçadinhos

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

o vacuo não existe

8 de fevereiro
11 da manha
ta de chuva la fora
o ano é 2006
acho que já te disse a hora
o local é Alter do Chão
com vista pa obra

o vacuo não existe
tal como não existe espaço vazio entre o 3 e o 3,000000001
continuo e não limitado
infinito

entre qq 2 pontos existem uma infinidade deles

pontos ? ou particulas ?

particulas ? ondas ?

o que somos e quem nos faz sermos o que somos?

quarks

-1/3 ; 2/3 e "estranheza"

como é simples

composições de quarks aos pares e aos 3

variações

quem comanda os quarks ?



a resposta a esta pergunta é obviamente complicada e esconde-se no canto escuro daquilo que nos é segredo por agora pelo menos.

a palavra chave talves seja incerteza

as particulas pedem emprestada energia à incerteza e seguem

aleatoriamente ? pelo menos aos nossos olhos


einstein recusou-se a acreditar nisto. "Deus nao joga o futuro da humanidade aos dados" ou qq coisa semelhante


meditei profundamente nesta questão da incerteza da ultima vez que o sol se pôs.

nada nos impede de de repente aparecer no outro lado do mundo. (na verdade estamos limitdos à velocidade da luz ou a um fracço dela mas ignoremos este ponto por agora)

NADA!

um electrão pode sair de um atomo graças à incerteza. tal como um neutrao ou um protao (na verdade teriamos de recuar na escala atomica para compreender este mecanismo).

assim um atomo poderia simplesmente aparecer num outro lado qq se os seus compomentes assim o determinassem.

assim todos os atomos que constituem o nosso corpo poderiam pedir emprestda energia à incerteza e la acordavamos nos em hong kong sem saber como nem pk.

tudo um questão de probabilidade

podemos nao viver o tempo suficiente para ver isso acontecer (e agora surge o surpreendente)
mas podemos calcular com precisão a probabilidade de tal acontecimento.


foi aki que incidiu a minha meditação

se tal podia acontecer, entao pk nao acontece ???

lei de murphy no fundo


o argumento que me libertou do emaranhado foi Deus

facil

simples

se Deus controlar o fenomeno da incerteza, controla todas as acções e movimentos subatomicos quarktezianos.

se cada particula tem 2 ou 3 quarks e o universo tem uma data deles...

ou Deus é mesmo mto esperto

ou nós somos mesmo muito burros



que fazemos nós aqui ?

cheguei à conclusão que na verdade apenas realizamos 2 acções em toda a nossa vida

e nem seker as controlamos (em sentido lato pois ha hj formas "quase" certas de morrer)

nascer e morrer

tudo o resto é uma dança cosmica da qual fazemos parte mas cuja ordem nao percebemos ainda que fiquemos marvilhados cada vez que abrimos os olhos


ainda que sejamos tão miupes..

domingo, janeiro 29, 2006

tá de neve lá fora

Lisboa

3 da tarde

tá de neve lá fora

normal

a civilização vai ca chegando aos poucos

os lisboetas ficaram sem saber o que fazer

daí que não tenham feito nada

quem sabe se qualquer dia não se vêem por ai bonecos de neve

trenos amarelos/azuis/encarnados

limpa-párabrisas em riste

manchas amarelas nos cantos e esquinas

ta de chuva outra vez

ha quem diga que foram os melhores 10 minutos de sempre

a necessidade de emitir opiniões contundentes a isso obriga

certamente os noticiarios abrirão com "NEVOU EM LISBOA"

"Não nevava há mais de 30 anos" em rodapé

seguido de 15 esticados minutos com tudo o que se pode dizer sobre o "Manto branco que cobre o país"

recomendações para quem segue viagem

e o ultimo animal selvagem nascido em cativeiro num qualquer zoo do sudoeste asiático

continuamos na mesma portanto

aziático

domingo, maio 08, 2005

Jimi Thing

Lately I've been feeling low
A remedy is what I'm seeking

I take a taste of what's below
Come away to something better


há dias em que o melhor é mesmo não sair de casa, aqueles em que a neura vence o sono durante a noite para estragar o dia. as vezes faço de conta que ela não está lá, digo-lhe eu quem manda sou eu, empurro-a para baixo mas é como azeite em agua, nem agitando..

What I want is what
I've not got
And what I need Is all around me
Reaching searching never stop
And I'll say...

o mundo desperta ao rodar a maçaneta. a partir desse momento perco o controlo sobre o que me rodeia e entro num reino imprevisível em que procuro a chave, senão da felicidade, pelo menos do melhor humor. procuro, procuro..

I'd like to show you what's inside
And I shouldn't care
If you don't like it
Brother chaos rule all about
Sometimes I walk there
Well yes God knows sometimes I take a bus there
Shouldn't care shouldn't care
Bereaved as I'm feeling

nem sempre encontro a razão para o mau humor. naqueles casos em que há tantas doenças e tão poucos remédios que o melhor é tomar todos, pode ser que algum faça efeito. e assim se passam as horas..

The day is gone
I'm on my back
Staring up at the ceiling
U take a drink sit back relax
Smoke my mind make me feel
Better for a small time

agarro-me às pequenas coisas. àquelas que não nos podem surpreender. que não nos custumam deixar pior do que quando nos encontraram. justamente aquelas que começam por ser a solução e acabam em problema. e o dia acaba como começa. um dia é uma linha que une 2 pontos que são um só , seja elipse ou quadrado, um dia não deixa de ser um circulo ou ciclo ou circo ou qq outras palavras formadas por esse conjunto letras. desafio alguem a escrever alegria com elas.

What I want is what I've not got
And what I need Is all around me
Reaching searching never stop
And I'll say...

assim com veio pode ir embora e todo o caminho parece logo uma idiotisse. com a pressa de chegar ao fim esqueço-me a proveitar a vista. e assim mais dia menos dia dou comigo no mesmo sitio. passando pelos mesmos sentimentos, revolvendo as mesmas memórias. para chagar ao mesmo sitio, de onde mais valia nem ter saído.

If you could keep me floating
Just for a while
Till I get to the end of this tunnel
If you could keep me floating
Just for a while
I'll get back to you

mas há outros em que a meio do caminho alguma coisa nos empurra para outros carris, pelo menos por momentos. agarro-me a eles. volto atrás se for preciso. nem sempre é possível. não deixo de tentar.

continuo a depender das pequenas coisas..

quarta-feira, maio 04, 2005

quem conta um conto

Rodrigues foi um tipo que um dia foi conhecido pelo narrador desta estória certo dia numa feira de hobbies. no canto mais abrigado do sol (pelas arvores do recinto), o narrador montou a sua banca. nada de mais, lá cabiam duas pessoas, duas almofadas e um saca-rolhas. todo o chão da tenda era confetis, um verdadeiro colchão de confetis. à frente desta um banquinho e um pau espetado na terra com um papel, qual bandeira a anunciar qualquer coisa que Rodrigues só mais tarde percebeu.

- então aqui o que é que fáz ? - qual chico-esperto este Rodrigues.
- entrai e experimentai.

e assim fez o Rodrigues, não era de modas este rapaz. sentou-se numa das almofadas, avantajadas mas não o suficiente para o real traseiro de Rodrigues. pegou no saca-rolhas, olhou à volta.. para cima.. nada! o narrador disse qualquer coisa nesta altura tipo

- fique à vontade e não faça cerimónia.

era um Rodrigues desconfiado que assistia ao seu afundar no chão de confetis. primeiro devagar, como uma brincadeira. depois mais depressa quando deixou de achar graça. até que, em pânico, completamente inundado de confetis sentiu-se nadar.

mexia os membros a custo, mais por falta de geito que por impossibilidade. os que o antecederam safaram-se bem melhor constatou o narrador. encontrou finalmente um alçapão. abriu-o com alguma dificuldade e aos poucos os confetis escorreram até ficar apenas uma pequena camada pelas canelas que decidiram ficar, assim como as almofadas.

Rodrigues viu-se preso no fundo de um poço revestido com um espelho único como no interior a toda a volta. mas não refletia a imagem como Rodrigues esperava. à frente de seus olhos não estava a imagem da sua cara. olhou para baixo. viu uma criança.

demorou aquela fracção de tempo que não se chega a perceber se foi curta ou longa até se aperceber de que a criança era ele. olhou à volta e à volta olhava ele de volta, mas miudo. olhou-se bem, viu-se como nunca se tinha visto, as cicatrizes que ainda não tinha, os sinais que ainda não cancerinavam a sua pele, viu os pelos que ainda não nasceram, mas pensou tudo o que ainda não viveu e que já pequenino queria viver.

deu-se conta que tudo o que mudara estava à vista no espelho, o espelho não lhe mostrava o que estava na mesma, que era tudo o resto. o saca-rolhas ainda la estava, assim como as almofadas. abriu de novo o alçapão e pelo meio dos restos de confetis viu uma escadinha que descia e desceu. depois subia e subiu. até chegar a um quarto onde o esperava o narrador.

-só trouxe uma ? então faz favor dê cá e sente-se no chão que isto vai começar e eu tenho calos no rabo.

(to be continued)

domingo, maio 01, 2005

deambulações de um jovem ressacado

relações pessoais, interpessoais, pessoas que se dão com pessoas, pessoas que fazem coisas com pessoas, pessoas que falam com pessoas, pessoas que são e pessoas que se deixam ser.

algo tão simples, banal e inevitável como complicável e aterrador. ser em sociedade é fazer escolhas. ter opiniões e dá-las. demarcar diferenças numa manada de clones. clones? não por sermos iguais, mas por sermos a mesma coisa.

no meio do processo de afaste acabamos por nos juntar em grupos mais pequenos, frequentemente em grupos de 2. é mais facil, ainda assim de facil tem muito pouco a ciencia das relações. das vontades e dos desejos, das conversas e dos afectos. existimos em tantas dimensões e mal temos consciencia disso. interagimos sem saber e sem saber somos classificados segundo a prestação interactiva.

uma criança fala com outra simplesmente porque têm a mesma idade e estão próximas. conheçam-se ou não. interagem. ao crescer necessitamos de nos afirmar pela diferença, e assim já não podemos falar com qualquer um sem qualquer motivo. são precisas razões. somos induzidos a apresentar um porquê sobre os actos e as escolhas. não é apenas percorrer o caminho, é explica-lo. racionais com qualquer coisa de aleatório.

e depois lembramo-nos destas coisas todas quase sempre na mesma altura. quando uma singularidade se atravessa no caminho e nos força a tomar posição. bifurcações. nada de meios. + ou -, preto ou branco, esquerda ou direita. nada meios. em alturas que apetece as duas, em que a escolha é ausênte.

a vida corre caoticamente para a morte. a ordem é uma invenção nossa para compreendermos o caminho. porque não o compreendemos. pelo menos eu não.

tantas portas.

tantas portas..

cada uma com coisas boas e más. semi-transparentes. vemos parte. comparamos o que vemos em cada uma. espreitamos um pouco mais. duvidas, receios, medos. a frustração de uma escolha é compreendermos que temos de escolher. de abdicar.

podemos abrir várias, mas quase sempre uma de cada vez. mãos e braços pequenos não deixam mais.
algumas uma vez transpostas não há regresso. essas ainda são as que assustam menos, porque uma vez feita a escolha, nada mais há a escolher. agora aquelas em que se pode voltar atrás.. é que dão cabo disto tudo.

é-nos dito que temos na mão o destino.. mentiras. seguramos a trela do destino mas ele move-se sozinho, com as suas próprias razões. chamamos-lhe Deus quando não o entendemos, quando as Suas razões ultrapassam as nossas.

e afastamo-nos Dele. porque não queremos admitir que há coisas que não comandamos. que há portas que não são abertas por nós. queremos o poder da escolha num regime absoluto. não admitimos a nossa fraqueza. conduzimos um barco de leme partido. quando não compreendemos o seu movimento arranjamos um culpado, um bode e expiamos.



deambulações de um jovem ressacado em noite pós-arraial

paz.

quinta-feira, abril 28, 2005

tudo o que tenho a dizer

oliver shanti & friends
acho a barbara guimarães feia
liedson resolve
o carriço não sabe jogar king
somos pouco mais do que o que consumimos
amo-te
zambujeira do mar fica longe pa caralho quando há transito
os portugueses fazem-no melhor
o hiphop-da-biblioteca é melhor que o hiphop-da-rua
sou uma merda mas sou feliz
os homens brasileiros arranjam-se em frente ao espelho nas casas de banho públicas
pedro abrunhosa no arraial do tecnico
é p'ra rir ou p'ra chorar

segunda-feira, abril 18, 2005

a morte fica-vos tão bem

tudo começou quando me deram uma chave e um papel com uma frase.

a chave não era normal. era como uma foice pequenina e dentes bem afiados. tinha inscrito REPpILCrIAH2O0. depois de algum trabalho de pesquisa descobri referências a uma chave em tudo idêntica num livro sobre a época dos romanos. aparentemente a chave foi capturada na antiga constantinópola numa operação secreta ordenada por alguem próximo do imperador. um tal Rudisiuos que acabou no coliseu entre os leões por ter morto a mulher do imperador.

o papel da chave na história não parecia muito claro mas descobri outras referências mais recentes. parece que d. pedro é que matou d.ines e depois usou a chave para a trazer de volta à vida iludindo assim o pai. isto estava obviamente classificado como mito pelos historiadores.

como usar a chave descobri num antigo manual maçónico, associado às cruzadas e aos templários. a foice deve ser usada para penetrar horizontalmente o tecido mamário, passar entre as vértebras e ao ser rodada 180º tráz a pessoa de volta à vida. o livro de s.cipriano também fala nisto mas com outros preparativos, óleos e unções que me parecem de todo despropositadas e que reforçam a minha ideia de que se trata do santo dos merceeiros. refere ainda que isto deve acontecer nunca mais de 3 dias após a morte física.

ha questão era obvia. quem ia eu ressuscitar. a frase era 'isso é parte de mim'. a resposta não era imediata. alias, estava muito longe de ser imediata. um verdadeiro enigma dos antigos. nao tinha ninguem que valesse a pena matar e trazer de volta, acho que trazer de volta alguem que eu matasse só me traria problemas. era hora de pensar em alguem que ja tivesse partido nos ultimos dias. ou esperar que alguem morra.

'isso é parte de mim'

isso o que? a chave '

é parte de quem? de mim?

sexta-feira, abril 15, 2005

Sporting sempre!

tinha pouco mais de 3 anos. vivia no 27 da Rua da Lapa e estava aos pulos em cima da cama. foi nessa altura que o meu pai me fez a pergunta. 'então, já sabes de que clube queres ser?' percebi logo que aquela resposta iria condicionar o resto da minha vida. é incrível como me lembro disto como se se tivesse passado hoje de manhã. parei de saltar em cima da cama (reflexo de pavlov - para não apanhar tau-tau) e apertei os atacadores dos meu sapatos ortopédicos comprados na sapataria bambi (como era boa a vida nos anos 80).

tinha de haver uma resposta, era o mínimo que as pessoas esperavam de mim, que tivesse um clube. é fundamental ter um clube para poder conversar com os tios-avós nas reuniões familiares (a não ser que queira repetir as notas da escola horas a fio).

o que pesou na minha decisão. o meu pai é do sporting. a minha mãe é do benfica. e eu? eu... vou ser do Sporting - afinal gosto mais do meu pai que da minha mãe, pk é que havia de ser do benfica. esta escolha furtuita diriam alguns marcou-me e de que maneira.

recoemos a 1984, o ano da escola, o sporting havia sido campeão em 81/82 (nasci em 81) e aqueles ainda eram anos felizes. manuel fernandes, jordão, antónio oliveira entre outros eram felicidade mais que garantida. mas ninguem me avisou que 80% dos miudos da minha idade eram benfiquistas. não é que eu tenha medo deles, mas ficar até aos 18 sem festejar um campeonato, ser gozado horas a fio.. escusado será dizer que durante muito tempo as 2ªs feiras foram o pior dia da semana, nem mesmo as quartas feiram salvavam a honra.

claro k aos 23 anos isto é uma coisa k se leva bem.. clubismo sim, violência não! cheguei a andar à porrada com uns bacanos só porque nós eramos do sporting e eles do benfica.

leva-se bem.. mas porque a equipa também ajuda, nada melhor que ganhar! não sou de esfregar as vitórias do meu clube nas fronhas dos outros mas têm de compreender que no Largo Maria Leonor isto é um assunto sério. a vitória do clube é um cheque em branco pa esmifrar a cabeça dos outros e há quem leve essa cena bem a sério. a ajudar à festa cada um "dos grandes" esta aqui bem representado. muito bem diria até. ao contrario dos tempos de miudo, é agora o Sporting 3-eu, rasheed e jorge; Benfica 3- paulo, tati e tina e Porto 1- edinho. ^já se sabe que as miudas não ligam mto à bola por isso pode-se dizer que estamos em maioria. nota-se que o porto está em inferioridade numérica mas é compensado por jogar em casa (o estádio situa-se no 9º B-E andar da torre B - edinhu's. é interessante notar que há gente como o duarte ou o pedro-da-tina que dizem 'não ter clube'. ora bem, isto é uma coisa que não existe, homem-k-é-homem tem clube e afirma-o nos tons da roupa que usa desde pekeno. curiosamente esses 2 sem-clube são cromos-de-computadores (certamente haverá alguma relação nisto).

obrigado Sporting por tudo o que me deste. passei 17 anos tristes mas ultimamente tens-te redimido. agora quem diz 'pó ano é que é' são os visinhos do outro lado da 2ª circular. não desesperem.. vão ah frente sim senhor, chamem-me profeta, mas isto não vai acabar assim.. 10 anitos não é nada.. ainda vão esperar mais uns vão ver k não custa nada.. o que eu gosto é de os ouvir dizer que vão po marquês festejar..

só se for a abertura do tunel!

quarta-feira, abril 13, 2005

qual depressão académica ?

pois é amigos, a semana dos testes está entre nós e já deixou marcas.

trocando por miudos, o meu curso (ou em pormenor o 3º,4º e 5º anos do respectivo) seguem um calendário escolar diferente do resto da faculdade (isso de ser igual aos outros não é para nós). este semana que decorre não há aulas, apenas testes.

assim, calhou-me em sorte fazer 3 testes, 2 de cadeiras do 3º ano - relativamente atrasadas portanto e uma do 5º. falo-vos numa altura em que já fiz os 2 das cadeiras do 3º ano (a saber Resistência dos Materiais II e Hidráulica II) e amanha - se Deus quiser - completarei a triologia (Construção e Manutenção de Infra-Estruturas de Transportes).

serve este preambulo para introduzir a tese que apresento a discussão:

o estado de o humor imediato a um teste


depois de - quiçá pela 2º ou 3º vez na vida - ter estudado ao longo do semestre para uma cadeira (por oposição às vésperas) o resultado foi vergonhoso. entrei no salão nobre a espingardar momentos flectores e tensões tangenciais mas saí de lá com um fluxo negativo na cara e tensões residuais no rabo.

mais valia ter estudado de vespera que o resultado era o mesmo. alias, nem valia a pena ter estudado seker - se pensar apenas no curto prazo - mas quem ia adivinhar?

resultado: embora o teste tenho acabado por volta das 11h e 2 dias depois tinha outro, nada mais fiz nesse dia excepto andar de bicicleta e bezerrar umas 12h. lá se foi a piadinha fácil e a graçola jolie que me caracterizam.


pois bem, um dia de estudo - proverbialmente dito de véspera - para hidraulica nao augurava nada de positivo - estritamente falando. mas não fosse o diabo tecê-las - como quem diz o teste ser dado e eu não aparecer (nem preciso dizer mais nada) la me dirigi, por entre putas e GNR's a cavalo, para o instituto mandar o estudo da noite.

pela quantidade de merda escrita em meia duzia de parágrafos num tom leve e descontraido podem deduzir que rendeu, oh yeah.. voltei aos píncaros

ninguem me para. venha o neves e o seu CMINF que eu chego-lhe

bom, à bocado, num espasmo mais intenso disse que ia apresentar uma tese. pois bem, vejo-me agora perante 2 opções, ou volto atrás e apago - coisa que não vou fazer senão não adiantava tar a escrever isto - ou invento qq coisa num instante.


pois bem, (digo eu) o estado de humor a seguir a um teste é dado pelo integral da diferença dos bons momentos pelos maus nas horas de decorrencia do teste. como quem inventou isto dos blogs obviamente era um leigo em questões matemáticas, é impossivel representar a referida equação nestas linhas travessas. por isso, tratem de por a cabeça a funcionar.


assim, imaginem uma bola de muco a passar num orificio obturador com um coeficiente de contracção estático de 0,7; ao passar, ela deixará o chamado ranho a pingar do obturador. como se resolve este problema ? é cinematicamente indeterminado, no entanto os franceses descobriram uma maneira; puzeram lá um tuga com as mãos a fazer covinha e a recolher o resíduo, daí o nome Pires.


e porque não se pode encerrar um texto sem um frase feita adaptada à situação:

mostra-me as tuas mamas, dir-te-ei quem és

sexta-feira, abril 08, 2005

Rasheed

É interessante constatar que quanto menos se faz mais se sonha em nada fazer. Parece que trabalhar é chato, no fundo dá trabalho. Quer-se portanto um trabalho bem pago em que não seja preciso trabalhar propriamente. Estou a pensar em colocar um anuncio num jornal a anunciar isso mesmo. SAIBA COMO GANHAR BEM SEM FAZER NADA. haverá algum chico esperto interessado neste negocio da china? ou melhor, haverá alguem não interessado?

Serve esta dose de moralidade para dar os parabens a um amigo que não pára de me surpreender. parece que demorou mais de 20 anos a abrir a pestana, mas abriu-a bem aberta. acabou o 12º, arranjou um hobby (gostos não se discutem - boxe), trabalho num cup&cino e prepara-se para arranjar um 2º emprego enquanto não chegam os exames nacionais. talves não parece nada de mais, mas foi um belo esforço tenho a certeza que exigiu roturas profundas com passados não mto distantes.

já se sabe que nestas alturas há sempre quem aponte o dedo (no sentido negativo) por diversas razões, mas há que dize-lo: deixa-os falar. faz a tua. eles que façam a deles.

sexta-feira, abril 01, 2005

Headlines 01

Grupo armado mata 30 pessoas nos subúrbios do Rio de Janeiro

Um grupo de homens armados, que viajavam de carro, mataram 30 pessoas com rajadas de tiros num subúrbio do Rio de Janeiro, no Brasil. Um governante do estado acredita que os atiradores são polícias militares e prometeu que o Governo vai continuar a extirpar "os maus elementos" das forças de segurança.

Segundo o secretário do Estado do Rio de Janeiro para a Segurança, Marcelo Itagiba, poderá tratar-se de uma represália contra a prisão de 15 agentes de polícia do batalhão de Caxias, na mesma zona, acusados de executar duas pessoas.

A imprensa brasileira classifica este tipo de acções como sendo fruto de "grupos de extermínio", referindo-se a grupos organizados que abatem transeuntes, como sucedeu em 1993, também na zona do Rio de Janeiro, em que 21 pessoas foram mortas por um esquadrão de polícias militares.


a policia militar brasileira é qualquer coisa do outro mundo..



Partido de Mugabe ultrapassa oposição nas legislatiavas do Zimbabwe

Do total de 150 deputados que fazem parte do Parlamento zimbabweano, 120 são eleitos e os restantes 30 são directamente nomeados pelo chefe de Estado, neste caso Robert Mugabe. Para obter a maioria absoluta, a Zanu-PF, no poder há 25 anos, terá de eleger apenas 46 deputados, enquanto que o MDC terá de vencer em 76 circunscrições.


aquele que foi um dos mais ricos paises de africa vive agora na miséria, contudo este senhor continua a ganhar eleições. como? para além da explicação apresentada acima, há que referir que estão inscritos 6 milhões de votantes, dos quais 1 milhão já morreu e outro milhão nunca existiu. o obrjectivo para mugabe é ter mais de 2/3 dos votos para poder alterar (ainda mais) a constituição e poder aumentar os (seus) poderes presidenciais. é de esperar cada vez mais pobreza entre os zimbabweanos (ou a maioria destes).


Pentágono quer robô para operar feridos no campo de batalha

O Pentágono ofereceu 12 milhões de dólares (cerca de nove milhões de euros) aos investigadores que consigam construir um robô capaz de realizar operações cirúrgicas em pleno campo de batalha. "Será um passo de gigante para salvar vidas", afirmou à CNN Scott Seaton, que trabalha para a SRI International, a empresa que irá construir o modelo vencedor.

O Pentágono quer evitar baixas em conflitos como o do Iraque ou Afeganistão, sabendo que alguns dos seus soldados morrem no campo de batalha fora do alcance dos médicos, que muitas vezes não podem chegar até ao doente por motivos de segurança.


sem comentários



Uma tonelada de haxixe apreendida na Praia de Monte Gordo

A Brigada Fiscal de Vila Real de Santo António, Algarve, apreendeu na madrugada de hoje uma tonelada de haxixe na Praia de Monte Gordo e deteve quatro pessoas, disse uma fonte da GNR.

As quatro pessoas - um cidadão espanhol de 36 anos e três de nacionalidade marroquina, com idades compreendidas entre os 25 e os 30 anos - continuam detidas e deverão ser ouvidos às 09h00 de amanhã no Tribunal de Faro.

Em declarações à Lusa, o tenente coronel Coias de Oliveira, da Brigada Fiscal, disse que antes da detenção os quatro indivíduos dispararam 20 tiros contra os militares da Brigada Fiscal de Vila Real de Santo António e que a patrulha, em resposta, atirou para o ar.

Segundo a mesma fonte, os 34 fardos de haxixe, cada um com 30 quilos de droga, foram detectados à 01h00 de hoje, numa altura em que um grupo de militares revistava a costa marítima com aparelhos de visão nocturna. Ao todo estiveram no local 12 militares, que apreenderam ainda aos quatro detidos telemóveis e roupa.


uma tonelada, 1000 kilos, 4000 bugos, 250€ o bugo.. 1.000.000€ em dinheiro na rua. isto numa noite como outra qualquer.. é que por cada barco apanhado há na boa 4 ou 5 que 'dão à costa'. quem ganha estas quantidades de guita regularmente faz o que à guita? não a mete de certeza de baixo do colchão.. se em vez de atacarem o iraque e o afganistão atacassem as ilhas cayman, virgens, seyshells..